sexta-feira, 12 de abril de 2013

CUIDADO DOBRADO COM A DENGUE

CUIDADO MUITAS PESSOAS ESTÃO ENFEITANDO SUAS CASAS COM ESSAS BOLINHAS QUE AUMENTAM NA ÁGUA, NA VERDADE O QUE ESTÁ SÓ AUMENTANDO É MAIS FOCOS DE MOSQUITOS........ 



quarta-feira, 10 de abril de 2013

Leishmaniose


Leishmaniose

Doença infecciosa, porém, não contagiosa, causada por parasitas do gênero Leishmania. Os parasitas vivem e se multiplicam no interior das células que fazem parte do sistema de defesa do indivíduo, chamadas macrófagos. Há dois tipos de leishmaniose: leishmaniose tegumentar ou cutânea e a leishmaniose visceral ou calazar. A leishmaniose tegumentar caracteriza-se por feridas na pele que se localizam com maior freqüência nas partes descobertas do corpo. Tardiamente, podem surgir feridas nas mucosas do nariz, da boca e da garganta. Essa forma de leishmaniose é conhecida como “ferida brava”. A leishmaniose visceral é uma doença sistêmica, pois, acomete vários órgãos internos, principalmente o fígado, o baço e a medula óssea. Esse tipo de leishmaniose acomete essencialmente crianças de até dez anos; após esta idade se torna menos freqüente. É uma doença de evolução longa, podendo durar alguns meses ou até ultrapassar o período de um ano.

Transmissão:

A leishmaniose é transmitida por insetos hematófagos (que se alimentam de sangue) conhecidos como flebótomos ou flebotomíneos. Os flebótomos medem de 2 a 3 milímetros de comprimento e devido ao seu pequeno tamanho são capazes de atravessar as malhas dos mosquiteiros e telas. Apresentam cor amarelada ou acinzentada e suas asas permanecem abertas quando estão em repouso. Seus nomes variam de acordo com a localidade; os mais comuns são: mosquito palha, tatuquira, birigüi, cangalinha, asa branca, asa dura e palhinha. O mosquito palha ou asa branca é mais encontrado em lugares úmidos, escuros, onde existem muitas plantas.
As fontes de infecção das leishmanioses são, principalmente, os animais silvestres e os insetos flebotomíneos que abrigam o parasita em seu tubo digestivo, porém, o hospedeiro também pode ser o cão doméstico.
Na leishmaniose cutânea os animais silvestres que atuam como reservatórios são os roedores silvestres, tamanduás e preguiças. Na leishmaniose visceral a principal fonte de infecção é a raposa do campo. 



Sintomas:
-
 Leishmaniose visceral: febre irregular, prolongada; anemia; indisposição; palidez da pele e ou das mucosas; falta de apetite; perda de peso; inchaço do abdômen devido ao aumento do fígado e do baço.
- Leishmaniose cutânea: duas a três semanas após a picada pelo flebótomo aparece uma pequena pápula (elevação da pele) avermelhada que vai aumentando de tamanho até formar uma ferida recoberta por crosta ou secreção purulenta. A doença também pode se manifestar como lesões inflamatórias nas mucosas do nariz ou da boca.

Prevenção:
- evitar construir casas e acampamentos em áreas muito próximas à mata;
- fazer dedetização, quando indicada pelas autoridades de saúde;
- evitar banhos de rio ou de igarapé, localizado perto da mata;
- utilizar repelentes na pele, quando estiver em matas de áreas onde há a doença;
- usar mosquiteiros para dormir;
- usar telas protetoras em janelas e portas;
- eliminar cães com diagnóstico positivo para leishmaniose visceral, para evitar o aparecimento de casos humanos.


Diagnóstico e Tratamento:
O diagnóstico da leishmaniose é realizado por meio de exames clínicos e laboratoriais e, assim como o tratamento com medicamentos, deve ser cuidadosamente acompanhado por profissionais de saúde. Sua detecção e tratamento precoce devem ser prioritários, pois ela pode levar à morte.





 IMPORTANTE
  •  Somente um médico pode diagnosticar doenças, indicar tratamentos e receitar remédios. 

  •             As   informações disponíveis em Dicas em Saúde possuem apenas caráter educativo.
  • Fonte:  Ministério da Saúde. Fundação Nacional de 

terça-feira, 9 de abril de 2013

Cuidado com os mosquitos se não o bicho pega!!!!


O que é a Elefantíase ou Filariose?

filariose, causadora da elefantíase, é uma doença crônica causada por parasitas conhecidos como vermes nematoides (filárias).
O verme responsável pela doença é o nematoide Wuchereria bancrofti, um parasita que tem como vetor de transmissão o mosquito Culex quiquefasciatus, mais conhecido como muriçoca ou pernilongo. A transmissão tem como fonte primária o ser humano, o verme é passado de pessoa para pessoa através da picada do mosquito vetor.
A filariose se desenvolve lentamente, o período de incubação varia entre 9 a 12 meses. Em torno de 10% a 15% dos casos da doença desenvolvem elefantíase, sendo que após 10 a 15 anos de infecção. Cerca de 50% dos portadores, desenvolvem a doença do tipo assintomática, apesar de terem o parasita causador no sangue.
Os sintomas podem variar de acordo com a fase da doença. Em sua fase aguda, podem surgir inflamações no sistema linfático, mal estar, dores de cabeça, febre, calafrios, náuseas e lesões genitais. Nos casos onde se desenvolve a elefantíase, ocorre endurecimento e inchaço excessivo das áreas que apresentam edemas linfáticos, geralmente em uma ou em ambas as pernas, nos órgãos genitais e raramente nas mamas, acarretando deformações. Porém a filariose não é a maior causa da elefantíase, fatores como falta de higiene podem provocar a proliferação de bactérias, o que acarretaria a elefantíase. Vários pesquisadores comprovaram que a limpeza com água e sabão das áreas que foram afetadas previne a ocorrência da elefantíase.
tratamento é feito a partir de uma droga chamada dietilcarbamazina, em casos raros onde o tratamento encontra resistência e se torna falho, deve-se partir para a retirada do verme adulto através de cirurgia.
A filariose pode ser prevenida e controlada através de métodos como o tratamento dos portadores, a fim de eliminar o parasita do sangue, assim interrompendo a transmissão, combate ao inseto transmissor e evitar exposição prolongada nas áreas onde ocorrem a transmissão, especificamente nos bairros periféricos de Recife, Olinda, Jaboatão e Paulista, locais onde ocorrem o maior índice de transmissão da filariose no Brasil.


Prevenção da Filariose

A prevenção da filariose deve ser feita através de medidas higiênicas e combate aos mosquitos transmissores da doença. Algumas formas de prevenção são:
  • Uso de mosquiteiros ou cortinas com inseticidas, que evitam o contado do mosquito com o homem.
  •  Borrifação de inseticidas em domicílio.
  •  Extermínio das larvas com agentes químicos.
  •   Uso de roupas que cubram a maior parte de pele possível, quando se encontrar em áreas de risco.
  •  Uso de repelentes.
  •  Evitar água parada.
  •  Informar a comunidade sobre o risco da doença.
  • O agente transmissor é um mosquito, que deve ser eliminado com as medidas preventivas acima citadas



Mobilização de bairro em bairro

Agentes de Combate as Endemias  de Cruz das Almas fazendo a distribuição de sacos de lixo para a população, e conscientizando a população da importância da prevenção contra a dengue.





TODOS JUNTOS CONTRA A DENGUE


FIQUE EM ALERTA COM OS SINTOMAS DA DENGUE


Tire suas dúvidas também sobre os carrapatos




Coisas que você não sabia sobre os carrapatos!

Os carrapatos trazem grande desconforto aos nossos cachorros e além da coceira também podem passar doenças. Cães são alvos fáceis para os carrapatos, já que por si só não conseguem combatê-lo. Para podermos acabar com esse parasita precisamos antes de mais nada entendê-lo, a seguir preparamos um conjunto de informações para te auxiliar no combate ao carrapato no seu cão.

O que são os carrapatos?

Carrapatos são pequenos aracnídeos parasitas que necessitam de sangue para sobreviver e reproduzir.
Os registros fósseis sugerem sua existência há pelo menos 90 milhões de anos e há mais de 800 tipos de carrapatos no mundo.
Eles não voam, não pulam (como as pulgas) e sim vão andando e se agarram no hospedeiro. Carrapatos possuem uma relação mais próxima com as aranhas e ácaros do que com insetos como pulgas. Eles podem atacar uma variedade grande de anfitriões, como cães, pássaros, gatos e humanos.
Geralmente atacam no início da primavera até o fim do verão. Podem ser encontrados em todos os cantos, desde áreas urbanas à parques e se proliferam rapidamente em um ambiente.
A maioria dos carrapatos não transmite doenças. Há, porém, uma variedade de doenças transmitidas por carrapatos e seus sintomas variam de acordo com o microbio (patogênese), assim como o tratamento.
Apenas duas famílias de carrapatos, Ixodidae (carrapatos duros) e Argasidae (carrapatos moles), são conhecidas por transmitir doenças aos seres humanos. Carrapatos duros possuem escudos ou placa dura em suas costas, enquanto carrapatos moles não.
Apesar das pessoas não poderem pegar essas doenças diretamente dos cães, carrapatos infectados podem morder os humanos e transmitir diretamente para o homem. Se o seu cão está exposto, você e sua família também estão.
Carrapatos possuem um ciclo de vida complexo que inclui ovos, larvas, ninfas e adultos machos e fêmeas. A larva, as ninfas e os adultos precisam de sangue. Geralmente , a fêmea adulta (carrapato duro) é que mais causa mordidas, já que  é comum que os machos morram após a copulação.
Apesar de que se não se alimentarem os carrapatos irão morrer eventualmente, muitas espécies podem sobreviver um ano ou mais sem uma refeição. Os carrapatos duros tendem a se alimentar por horas ou dias. A transmissão geralmente ocorre no final da refeição quando o carrapato está cheio de sangue. Carrapatos moles geralmente se alimentam por menos de uma hora. A transmissão de doenças nos carrapatos moles pode acontecer em menos de um minuto. A mordida de alguns dos carrapatos moles produz uma reação intensamente dolorosa.

No Brasil, os carrapatos mais conhecidos são: carrapato-estrela e o carrapato-vermelho-do-cão. O micuim, ou carrapato-pólvora, é a larva do carrapato-estrela, que, quando adulto pode ficar do tamanho de um feijão verde. O carrapato-vermelho-do-cão, de cor marrom-avermelhada, é considerado a espécie mais difundida em todo o mundo.
Os carrapatos carregam seu próprios minúsculos parasitas (protozoários e bactérias), que podem causar doenças muito graves em animais e seres humanos, uma vez que penetram na corrente sanguínea.
Dentre elas, as mais conhecidas no Brasil são: a febre maculosa (transmitida principalmente pelo carrapato-estrela), a babesiose canina e a erliquiose canina (transmitida principalmente pelo carrapato-vermelho-do-cão).
No Brasil não há um tratamento preventivo contra as doenças do carrapato. Por isso, é muito importante que você como dono sempre mantenha seu cão o mais livre de carrapatos possível.






Ciclo de vida do carrapato

Ovos: Podem ser milhares e, em duas semanas, estão prontos para dar origem às larvas.
Larva: Após eclodir do ovo, a larva procura imediatamente por sangue. Uma vez alimentada, volta ao solo e muda para a fase evolutiva seguinte.
Ninfa: Depois de mudar para ninfa, o carrapato procura por mais sangue. Uma vez alimentado, cai no solo e muda novamente, agora para a fase adulta.
Adulto: Já adulto, o carrapato procura por sangue outra vez. Quando estão cheias de sangue, as fêmeas se desprendem do hospedeiro para realizar a oviposição no ambiente.


Doenças de carrapatos:

Babesiose: Causa uma severa anemia que pode danificar o fígado, os rins e o baço, sendo o primeiro sintoma uma febre de mais de 41 º C. A urina fica escura por causa da presença de sangue.  Algumas vezes, a doença causa sintomas neurológicos, como ranger de dentes ou comportamento trôpego, e os cachorros morrem em quatro dias. Para tratar a babesiose, usam-se drogas antiprotozoárias. No Brasil, a maior incidência de casos de Babesiose se dá no nordeste, sendo menos comum nos estados do Sul e do Sudeste.
Erliquiose: Produz uma ampla variedade de sintomas, desde sangramento nasal, febre de até 40,5º C até a supressão do sistema imunológico. A opção para tratamento são antibióticos, como tetraciclina. São encontrados casos da doença em todas as regiões do Brasil (LEIA MAIS SOBRE A ERLIQUIOSE EM CÃES AQUI)
Doença de Lyme: Nos Estados Unidos, é a mais comum entre as doenças transmitidas por carrapato. No Brasil foram encontrados focos em São Paulo, Santa Catarina e no Rio Grande do Norte. O carrapato precisa sugar de 12 a 24 horas para transmitir a doença. Cães com doença de Lyme geralmente mancam, ficam desanimados e têm febre alta. Raramente, também apresentam erupção na pele, em formato de olho de boi, mas o pelo dificulta essa observação. O tratamento é feito com antibióticos.
Febre maculosa: Causa febre alta, rigidez, respiração difícil, vômito, diarreia, edema na pata e no focinho, e, finalmente, sangramento nasal, na urina e nas fezes. Para que se fique infectado, o carrapato precisa sugar no mínimo quatro horas. Antibióticos como doxiciclina revertem os sintomas em um ou dois dias, desde que a doença seja tratada logo no começo. A febre maculosa pode ser uma doença muito grave, levando muitas vezes à hospitalização e registrando sequelas e casos fatais. No Brasil, mais notados estão em São Paulo, Rio de Janeiro, Minas Gerais, Espírito Santo, Bahia e Pernambuco.
Paralisia do carrapato: Acredita-se que seja causada por uma neurotoxina existente na saliva do carrapato que, vagarosamente, paralisa o cachorro em um período de 48 a 72 horas. Se todos os carrapatos forem removidos, a paralisia normalmente desaparece em cerca de um dia.